terça-feira, 5 de maio de 2015

Microsoft critica Google por ritmo de atualização de aparelhos Android

(foto: reprodução)


O Android tem vários pontos positivos, mas infelizmente o ritmo de atualizações não é um deles. Em conferência nesta segunda-feira, a Microsoft aproveitou deste ponto fraco para criticar o Google, que, segundo ela, não se responsabiliza pela atualização dos dispositivos do cliente.
Terry Myerson, executivo responsável pelos sistemas operacionais da Microsoft, atacou bastante a rival: “O Google libera uma grande pilha de... código, sem qualquer comprometimento com seu dispositivo”. A pausa intencional no meio da frase foi usada para fazer a audiência achar que um palavrão seria utilizado para descrever a política de atualização do rival.
“O Google não se responsabiliza e se recusa a assumir a responsabilidade de atualizar os dispositivos dos clientes, deixando usuários e empresas expostas a cada dia que utilizam um aparelho Android”, afirma ele.
É importante notar, no entanto, que o histórico da Microsoft também não é perfeito. Usuários do Windows Phone 7 nunca receberam o update para o WP8, assim como o Windows RT também não será atualizado para a versão 10 do sistema. A empresa também oferece o Developer Preview, uma ferramenta voltada para desenvolvedores terem em mãos as versões mais recentes do Windows Phone, mas essa opção está mais para uma “gambiarra” do que uma solução para o usuário comum.
Mas a Microsoft planeja encerrar qualquer retrospecto ruim e garante que vai entregar updates para todos os seus usuários em um dia do mês. A empresa também manterá diferentes ciclos de atualização, conforme foi introduzido com o Windows 10. Usuários podem optar pelo ciclo rápido e receber updates mais frequentes, mas com potenciais bugs, ou entrar no ciclo lento, que demora mais a receber as atualizações, mas tem mais garantias de estabilidade.

Redação Olhar Digital

Via The Verge  / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Seu app gratuito de Android acessa sites sem você saber


Como se sabe, a Apple e a Google têm políticas praticamente opostas no que se refere a oferta de aplicativos para suas plataformas. Enquanto a companhia da Maçã faz testes extensivos e veta qualquer programa que não esteja dentro dos parâmetros, a Gigante das Buscas tem uma postura mais relaxada, impedindo de serem publicados apenas aplicativos obviamente maliciosos.
Isso faz com que a Google Play tenha uma oferta maior de apps – e com níveis de qualidade mais elásticos –, mas também é o lar de programas que acessam vários endereços web relacionados a propagandas e rastreio de usuários sem que você saiba. Algumas até se conectam a sites relacionados a malwares.
Esse é o resultado de um estudo feito pela companhia francesa Eurocom e sua equipe de pesquisadores de segurança. No teste, o time comandado por Luigi Vigneri baixou mais de 2 mil aplicativos de todas as 25 categorias da Google Play. Então, cada app foi acionado em um Galaxy S3 da Samsung com um Android 4.1.2. O aparelho foi programado para canalizar o tráfego para um servidor que registrava todas as URLs acessadas.
Depois, os endereços eram comparados com um banco de dados com sites relacionados a propaganda e rastreio de usuários. O resultado é que os 2 mil aplicativos acessaram, no total, mais de 250 mil endereços entre 2 mil domínios de topo.

Abuso

A maioria se conecta a apenas alguns desses endereços, mas há aplicativos que acessam uma quantidade enorme de sites. É o caso de um utilitário chamado Music Volume Eq, que controla a altura do som. É uma funcionalidade que não depende da internet, mas, mesmo assim, o app acessa quase 2 mil endereços web. Cerca de 10% dos programas testados acessaram 500 sites diferentes, e 90% dos domínios de propaganda pertenciam ao Google.
Quando o assunto são sites de rastreio de usuários, 70% dos aplicativos não acessavam nenhum endereço desse tipo, mas também havia programas que se conectavam a mais de 800 deles, como é o caso do Eurosport Player. Várias companhias que criam apps ligados a rastreadores de usuários são consideradas desenvolvedoras "top" pela Google.
Para que o usuário possa acompanhar os sites que os aplicativos acessam, a Eurocom está criando um programa chamado NoSuchApp (ou NSA, em "homenagem a uma agência de monitoramento com abreviação similar"). "Com ele, nossa meta é prover um mecanismo para que os usuários saibam das atividades de rede de seus apps instalados", afirma a companhia, que promete colocar o utilitário na Google Play "em breve".
FONTE(S)

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Por que o Star Wars Day é celebrado no dia 4 maio?

O 4 de maio pode parecer apenas mais um dia comum na vida de qualquer pessoa, mas não se você é fã da saga Star Wars. A franquia, criada por George Lucas, chegou ao cinema em 1977, mas já virou desenho animado, boneco de ação, jogo eletrônico e, enfim, quase um culto entre os seus adeptos.
A vivência desse mundo de Guerra nas Estrelas é tão grande que os fãs celebram o dia 4 de maio como uma espécie de feriado não oficial. O dia é marcado por celebrações e se você tem perfis em redes sociais, é bem provável que já tenha visto algum amigo comemorando o Dia de Star Wars.

E por que 4 de maio?

Uma das citações mais famosas da franquia, que se repete em vários filmes, é “Que a Força esteja com você”. Em inglês, idioma original da obra de George Lucas, a citação fica assim: “May the Force be with you”. Assim, era muito comum que os fãs da série fizessem um trocadilho com esta frase, dizendo “May the Fourth be with you" — traduzindo: Que o 4 de maio esteja com você.
Star Wars
Apesar da tradução para o português tirar o sentido da frase, é claro que os fãs brasileiro de Star Wars não deixariam de celebrar esta data que surgiu entre os adeptos de Chewbacca, Obi-Wan Kenobi, Hans Solo, Luke Skywalker, Princesa Leia e Darth Vader. Oficialmente, a primeira celebração do 4 de maio como Star Wars Day aconteceu em 2011, por meio de um encontro organizado por fãs da cidade de Toronto, no Canadá. A moda pegou e, desde então, isso vem se repetindo a cada ano.
O apelo da data se tornou tão grande que a própria Lucasfilms — e, agora, a Disney, atual detentora dos direitos sobre a franquia — possui um hotsite especial em sua página apenas com material relacionado ao Dia de Star Wars. Textos, vídeos e fotos ensinam a celebrar a data, seja com a roupa certa ou com a comida ideal. Desde 2013, a Disney realiza uma série de atividades especiais em seus parques durante o Star Wars Day.
Então, que a Força esteja com você em mais um 4 de maio.

Douglas Ciriaco 


Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/cinema/por-que-o-star-wars-day-e-celebrado-no-dia-4-maio-40537/#ixzz3ZDUYbHNg

Fonte: Canaltech

Tiago Albuquerque

Engenheiros criam minirrobô capaz de erguer 2 mil vezes o seu peso

(Foto: reprodução)

Um grupo de engenheiros mecânicos da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, conseguiu criar uma série de minirrobôs superfortes, capazes de levantar até 2 mil vezes o seu próprio peso. Para comparação, isso seria o equivalente a um ser humano comum levantando uma baleia-azul.
O robozinho do vídeo abaixo, por exemplo, pesa apeans 14 gramas. No entanto, ele é capaz de erguer até 23 quilos. Assista:

O segredo do sucesso está em um material aderente nos pés dos robôs. O design é inspirado na lagartixa, com sua habilidade de escalada. O adesivo é coberto de minúsculos espinhos de borracha que se seguram de forma firme na parede conforme o robô escala.
Quando é aplicada pressão, estes cravos entortam e aumentam sua superfície, o que também amplia a aderência. No entanto, quando o robô levanta seu pé, estes espinhos se endireitam de novo e desgrudam com facilidade.
Os resultados também incluem um robô de 9 gramas capaz de levar um peso de 900 gramas enquanto sobe na parede e um minúsculo robô de 20 miligramas, capaz de carregar até 500 miligramas.
Os pesquisadores esperam levar as pesquisas adiante e ampliá-la para equipamentos cada vez maiores, que seriam capazes de carregar cargas muito pesadas em construções, por exemplo.


Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Force Touch: como o sensor da Apple pode revolucionar outros eletrônicos

Quando foi anunciado pela Apple, o trackpad do novoMacBook 2015 chamou bastante atenção devido ao chamado Force Touch. Caracterizado por possibilitar toques com cliques uniformes e responsivos, que reagem com sensores de força e permitem diferentes comandos conforme o grau de intensidade aplicado, o novo recurso promete se expandir para outros aparelhos em breve – como o iPhone 6S.
Os sensores de força detectam quanta pressão você está aplicando e criam novos modos de interagir com o Mac. Por exemplo, com um toque mais forte você abre determinado app, enquanto um mais leve é possível fazer outro comando – tudo isso com um trackpad responsivo e que dá a impressão de responder aos toques conforme o que você vê na tela.
As vibrações do Force Touch permitem que essa sensação seja percebida graças à engenharia háptica – é como se fosse um feedback ao toque. Essa característica já está parcialmente presente em dispositivos Android e Windows Phone, com pequenas vibrações produzidas quando o visor é tocado. Contudo, no caso do Force Touch da Apple, o funcionamento é mais dinâmico, já que as vibrações respondem de modo inteligente conforme a intensidade dos toques. Parece que você está clicando em algo, quando o clique em si não existe.
Apesar de ser externamente idêntico aos trackpads anteriores (e de funcionar normalmente com todas as funções já conhecidas do Multi-Touch), é por dentro que se escondem as grandes alterações do recurso. Nós já listamos no TecMundo diversas explicações sobre o funcionamento desse tipo de tecnologia e por quais motivos ela é tão importante, como você pode lembrar aqui. Hoje, vamos falar mais sobre as possíveis influências do Force Touch.

O Force Touch no Apple Watch e no iPhone

Inicialmente, a tecnologia Force Touch foi apresentada como um recurso do Apple Watch. No caso do relógio inteligente, o Force Touch faz uso de eletrodos minúsculos em toda a Retina Display para poder distinguir um toque forte de um fraco e, consequentemente, oferecer aos usuários diversos controles contextuais específicos.
De acordo com os últimos rumores, é esperado que o Force Touch esteja presente no iPhone 6S e no iPhone 6S Plus. No caso dos smartphones, as possíveis aplicações são muitas. Por exemplo, um simulador de piano faria com que as peças reproduzissem sons diferentes caso fossem tocadas de modo mais leve ou mais intenso. Principalmente os jogos se beneficiariam de tal recurso, porém outros apps também poderiam utilizar a inovação de jeito criativo.

O futuro da engenharia háptica

Integrar smartphones e tablets às telas capazes de utilizar o Force Touch pode melhorar consideravelmente o uso de teclados virtuais, permitindo que eles simulem de modo mais eficiente, preciso, natural e intuitivo as respostas aos toques. Inclusive, a Apple tem intenção de criar um teclado virtual para o iMac – já há um registro de patente.
Existem patentes que descrevem outros tipos de interações por toque, com possibilidade para que texturas diferentes e até mesmo diferentes sensações sejam sentidas pelos dedos através da engenharia háptica. Claro, isso não é algo que veremos funcionando tão cedo e de modo popular, já que estamos nos primeiros passos dessa tecnologia. Contudo, você poderá digitar em telas e sentir a pressão de teclas inexistentes sobre os seus dedos.
Por enquanto, nós sabemos que a Apple está considerando o uso do Force Touch nos iPhones devido ao sucesso dos últimos produtos – inclusive, a empresa da Maçã está tendo um dos anos fiscais mais lucrativos da história (veja aqui). Contudo, o uso do recurso pode encarecer bastante o produto final.  

Um simples toque já faz a diferença

A tecnologia do Force Touch adiciona novas dimensões à interface do usuário e é uma das maiores inovações em termos de sensores desde o próprio Multi-Touch da Apple. O Multi-Touch foi responsável por revolucionar, em partes, o modo como nos relacionamos com os dispositivos móveis. É interessante imaginar como os desenvolvedores utilizarão o Force Touch para alavancar a tecnologia em seus aplicativos. Compartilhe as suas opiniões com a gente nos comentários abaixo.
Por  
Fonte: Tecmundo
Tiago Albuquerque

Cartões de visita de Steve Jobs vão a leilão por US$ 5 mil

(Foto: Reprodução)

Uma escola da Califórnia está leiloando três cartões de visita de Steve Jobs que datam de 1984 a 1990, período em que o executivo passou de presidente da Apple para CEO da Next e presidente da Pixar.
Os cartões foram guardados por uma família que prestava serviços a Jobs. De acordo com oBusiness Insider, eles preferiram guardar as relíquias durante todo este tempo para manter as informações de contato seguras.
O leilão beneficente vai até o dia 7 de maio e, até agora, os lances estão na casa dos US$ 5 mil (cerca de R$15 mil reais).





Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque




Samsung trabalha na criação de malas de viagem inteligentes

(Foto: Andre Manoel/Creative Commons)

A Samsung se uniu a uma empresa de Hong Kong chamada Samsonite pelo desenvolvimento de uma mala de viagem inteligente.
Segundo explicou o diretor-executivo da Samsonite, Ramesh Tainwala, ao Daily Mail, a mala será recheada de microchips que se comunicam com um sistema de geolocalização e com o celular do dono.
É possível saber quando a mala está deixando o avião, chegando ao carrossel de retirada, se ela foi aberta ou esquecida. No futuro, diz Tainwala, haverá até um modelo capaz de acompanhar seu dono de forma autônoma, sem que a pessoa tenha de empurrar carrinhos.

O conceito é bem parecido com o que foi apresentado no ano passado pela Bluesmart, que então era considerada a primeira mala tecnológica. Ainda não se sabe quando as novidades estarão no mercado.


Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque