domingo, 27 de março de 2016

FELIZ PÁSCOA!!


SÃO OS VOTOS DO T&I INFORMÁTICA
Tiago Albuquerque

sábado, 26 de março de 2016

Conheça cinco motivos para utilizar um acelerador de sites




Por *Bruno Prado

Carregamento eficiente? Conteúdo mais leve? Preocupações não faltam para proporcionar a melhor experiência ao usuário, especialmente para quem navegar por smartphones e tablets. 

Uma rede de distribuição de conteúdo (CDN – Content Delivery Network) torna-se a grande aliada nessa tarefa, porque utiliza o servidor mais próximo para hospedar as imagens do site e entregar ao usuário na hora do acesso. 

Conheça cinco motivos para mostrar o quanto a CDN pode auxiliar um website:

Carregamentos lentos prejudicam o seu negócio.
Um segundo de atraso em carregamentos é o suficiente para perdas significativas em vendas. 

Compradores online têm um perfil altamente exigente: boa parte deles espera que um site carregue em cerca de dois segundos e após esse período, cerca de 40% dos usuários online abandonam a página. Investir em um acelerador torna o carregamento mais eficiente e evita as perdas.

Servidores próximos de seus clientes.

De uma maneira simples, a CDN permite que seu conteúdo seja enviado para uma rede de distribuição, tornando-a responsável por levar seu conteúdo ao servidor mais próximo de seu cliente. Vale lembrar que a UPX possui uma rede com mais de 7000 servidores distribuídos por todo o mundo.

Baixa latência de rede.

Essa extensa rede de servidores possibilita um baixo ping, pois o replicamento de conteúdo e envio para uma rede próxima permite que, por exemplo, um usuário que esteja na Europa acesse um conteúdo estático brasileiro, através de uma rede localizada ali mesmo, com eficiência.

Marcações em sites lentos pelo Google.

O Google vem testando o uso de tags vermelhas como marcação para sites analisados como lentos, ou seja, aqueles que não apresentarem um desempenho veloz de funcionamento serão marcados. 

Dessa forma, um site que não conte com mecanismos para acelerar a navegação, recebe a tag e o usuário pode escolher não acessá-lo por ter sido classificado como lento.

Seu servidor mais leve.

Com o serviço de CDN, não será necessário que seu servidor faça toda a distribuição de seu conteúdo, diminuindo drasticamente o número de processos em uso. Você pode preocupar-se apenas em gerar e servir o HTML da página.

*Bruno Prado, CEO da UPX, empresa especializada em infraestrutura e segurança de internet.
"Este conteúdo de divulgação comercial é fornecido pela empresa Dino e não é de responsabilidade de EXAME.com"
Fonte: Exame / Dino
Tiago Albuquerque

UPX fecha 2015 com faturamento de R$ 30 milhões e espera crescer 50% no próximo ano

Por *Bruno Prado



Empresa de Campinas que já conta com unidade em Miami planeja expandir para Nova York, Madri, Cidade do México e Santiago

Especializada em infraestrutura e responsável por 5% do tráfego de internet no país, a UPX Technologies passa por um momento de expansão comercial. 

Atualmente, a empresa, que já conta com sede em Campinas e unidades em Brasília e Miami, fecha o ano de 2015 com um faturamento de R$ 30 milhões. Para 2016, projeta um crescimento de 50% na receita.

A filial de Miami existe desde 2010 e centraliza o atendimento comercial em território internacional. Atualmente, são 200 clientes em países como Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Itália, Israel, Grécia e até Vietnam. 

Para o próximo ano, estão previstas novas filiais em Madri, na Espanha, Nova York, nos Estados Unidos, e na Cidade do México e Santiago (Chile) para atender a América Latina. 

"Com a abertura das novas unidades estaremos inseridos na cultura desses países e, com isso, poderemos direcionar o atendimento ao público", explica Bruno Prado, CEO da UPX.

Reforços no departamento comercial

O crescimento da UPX se deve também à mudanças internas, sobretudo à reestruturação do departamento comercial, que conta agora com Muriel Duarte como novo gerente. 

"Chegar à empresa neste momento, com o reposicionamento das nossas soluções, amplia a abrangência da empresa para nichos específicos do mercado, o que cria um cenário favorável para a UPX", avalia Muriel.

A expansão geográfica acarretou também um incremento no portfólio. Conheça os produtos da UPX.

Produtos

A principal novidade em relação ao portfólio foi o desmembramento da solução vendida como CDN – Content Delivery Network, ou Rede de Distribuição de Conteúdo – em outras cinco diferentes ferramentas voltadas à segurança e aceleração:

Segurança nas camadas de endereçamento

Os mecanismos de busca podem ser uma porta de entrada para ataques à camada de endereçamento dos sites. Se, ao invés de uma palavra-chave para pesquisa, o usuário inserir um comando malicioso no sistema, o banco de dados pode ser alterado ou até mesmo roubado.

O Web Application Firewall (WAF) filtra todo o tráfego HTTP e HTTPS, emitindo alertas e bloqueando os ataques antes que eles atinjam o servidor de origem. Com a solução, é possível definir regras, alertas e ações da aplicação, como por exemplo, uma "lista negra" de IPs a serem bloqueados. 

"Reduzindo o tráfego de ataques, o WAF diminui também os gastos com segurança de hardware e software, aumentando a confiabilidade dos websites", explica o CEO da UPX, Bruno Prado. 

Escudo para os websites

Primeira e única solução da indústria de aceleração de conteúdo, que oculta um website da internet pública, o Site Shield acrescenta uma camada adicional de segurança ao site, garantindo que o conteúdo seja entregue rapidamente e sem falhas. 

Antes de chegar ao IP original do website, em caso de ataque, o hacker encontra o IP da UPX, que funciona como um escudo – daí o nome da aplicação. O Site Shield previne ataques que possam derrubar o site ou impedir que os clientes recebam seus serviços, preservando o valor da marca. 

Proteção Constante

Para tornar a conversão de endereço de domínio para código DNS mais rápida e segura, a UPX desenvolveu o Enhanced DNS (EDNS) que, além de garantir que o site esteja no ar 24 horas por dia, sete dias por semana, oculta os servidores de DNS primários do cliente, diminuindo os riscos de envenenamento de cache e navegação de serviços. A EDNS transfere a diversos servidores de nome da UPX as zonas protegidas dos servidores de nomes das empresas. 

Acelerador de aplicações

Como o próprio nome sugere, o Web Application Accelerator (WAA) é um serviço que acelera em até cinco vezes o tempo de resposta de aplicações web dinâmicas, ampliando sua disponibilidade e melhorando a performance do site. 

"Num site de e-commerce que utilize a solução, por exemplo, mesmo em períodos de altas demandas de acesso, as imagens e aplicativos da página são carregados mais rapidamente, entregando um resultado melhor e contribuindo para a fidelização do usuário final", exemplifica Bruno Prado.

Acelerador de downloads

Semelhante ao WAA, o Eletronic Software Delivery (ESD) é uma solução de distribuição que permite que os softwares sejam baixados com mais agilidade e segurança aos usuários finais. 

Com a ferramenta é possível mapear os hábitos do consumidor – os horários de pico de downloads, por exemplo – facilitando a criação de estratégias apropriadas para a distribuição. 

"Além disso, a nossa solução recupera automaticamente as conexões perdidas ou travamentos do sistema, garantindo a integridade de cada arquivo baixado", completa Bruno.

"Este conteúdo de divulgação comercial é fornecido pela empresa Dino e não é de responsabilidade de EXAME.com"
Fonte: Exame / Dino
Tiago Albuquerque

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Facebook fica instável e sai do ar pela segunda vez em uma semana


O Facebook enfrenta instabilidade e ficou fora do ar nesta tarde de segunda-feira, 28, em nível mundial. Quem digita o endereço facebook.com recebe a seguinte mensagem:

 Reprodução


Na semana passada, outra queda similar já havia sido observada, mais precisamente na quinta-feira, 24. Pelo Twitter, leitores do Olhar Digital confirmaram a dificuldade para acessar a rede social.



O que aconteceu?

Por meio da plataforma de desenvolvedores do Facebook, é possível verificar que a rede social classifica a falha como uma "grande interrupção" (ou "major outage" no inglês). A ferramenta atribui a queda à indisponibilidade de uma ferramenta chamada "Facebook Graph API".

Reprodução

Questionado pelo VentureBeat, o Facebook afirmou que a API do sistema de busca da rede social está indisponível. "Estamos trabalhando com nossos times de infraestrutura central para identificar a questão e iremos atualizá-los quando nós tivermos mais informações".

Olhar Digital

Tiago Albuquerque

sábado, 26 de setembro de 2015

Criador das baterias de lítio desenvolve substituta à base de sódio


Pesquisadores da Universidade do Texas, ao lado do criador das baterias de íon-lítio, John Goodenough, estão trabalhando no desenvolvimento de baterias que funcionem com íons de sódio que sejam seguras e econômicas.

Se eles conseguirem usar o sódio no lugar de lítio, produzir baterias será muito mais econômico, pois é bem mais fácil encontrar o sódio na natureza, enquanto o lítio é raro e muito mais tóxico. Na verdade, já existem baterias de íons de sódio, mas elas não são comercializadas porque têm problemas na segurança, performance e peso, que ainda precisam ser ajustados.

As baterias, atualmente, são formadas por um anodo, um catodo e um eletrólito. As reações químicas que acontecem nos eletrólitos fazem com que os elétrons vão do anodo pro catodo. Goodenough afirma ter encontrado um material que pode ser usado para ser o catodo - e esse novo material é atóxico e barato.

"No núcleo dessa descoberta há uma estrutura básica do material que esperamos que vá encorajar pesquisadores a descobrir materiais melhores para o desenvolvimento das baterias de íon-sódio", afirmou Preetam Singh, um dos pesquisadores. "Acreditamos que nosso material oferece uma estrutura básica boa para o desenvolvimento de novos materiais que podem eventualmente transformar baterias do tipo em uma realidade comercial".
Ainda não há previsão de quando os consumidores terão acesso à novidade.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Brasileiro é o 1º no mundo a comprar um iPhone 6s



Um brasileiro foi a primeira pessoa no mundo todo a comprar o iPhone 6s. Ele se chama Vitor e estava em terceiro lugar na fila em frente à loja de Sydney, na Austrália.


Em conversa com o pessoal do Loop Infinito, Vitor contou que foi convidado pela equipe da Apple a ser nomeado oficialmente o primeiro comprador porque os dois primeiros da fila não estavam lá necessariamente como pessoa física - o primeiro era o australiano Lindsay Handmer, sobre o qual falamos aqui no Olhar Digital.
Uma vez que Vitor aceitou a sugestão da Apple e autorizou o uso da sua imagem pela empresa, o CEO Tim Cook soltou uma mensagem no Twitter citando o brasileiro.



Os novos iPhones começaram a ser vendidos hoje em várias partes do mundo, mas na Austrália o “hoje” começou há horas devido à diferença do fuso local em relação ao restante do mundo.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

sábado, 19 de setembro de 2015

Capa da invisibilidade está cada vez mais próxima, dizem pesquisadores


Pesquisadores do Laboratório Lawrence Berkeley e da Universidade da Califórnia afirmaram na última quinta-feira, 18, que conseguiram desenvolver uma capa da invisibilidade semelhante às apresentadas em histórias de ficção científica. 

O dispositivo, construído com pequenas fibras de ouro chamadas de nanoantenas, manipula a luminosidade, alterando a incidência dos raios de luz sobre um objeto. Na prática, isso significa que o olho humano não e capaz de detectá-lo.

"Nossa capa ultra-fina parece um casaco. É fácil de desenhar e implementar, e pode ser usada para esconder objetos tridimensionais macroscópicos, do tamanho de algumas células biológicas", conta Xiang Zhang, diretor do Laboratório Lawrence Berkeley.

"A superfície da capa foi construída para redirecionar as ondas de luz de forma que o objeto fique invisível para detecção ótica quando a capa é ativada", afirma o estudo.

A tecnologia inda enfrenta algumas dificuldades. As nanoantenas, por exemplo, devem ser projetadas para coincidir com as saliências da superfície do objeto que está por baixo. Caso ele se mova, a invisibilidade é perdida. O objeto também não pode ser muito grande ou pontudo, porque a sombra formada por ele não pode ser apagada. 

Os pesquisadores planejam agora desenvolver a ideia numa escala maior.

Via AFP / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Brasil tenta reduzir dependência dos EUA na conexão à internet


O presidente-executivo da Telebras, Jorge Bittar, afirmou hoje que o Brasil pretende hospedar centrais globais de dados de serviços populares como YouTube e Netflix, reduzindo, assim, a dependência dos Estados Unidos na conexão com a internet. Atualmente, todos os cabos de fibra óptica que conectam o país à internet passam pelo território norte-americano.

"Isso é um risco à segurança em um mundo pós-Snowden", observa Bittar, citando o episódio que revelou o amplo esquema de espionagem dos Estados Unidos vazado pelo ex-analista da CIA Edward Snowden.

Até o final de 2016, um satélite da transportadora espacial Arianespace vai fornecer internet para o Brasil, com uma taxa de transferência de 56 Gbps. Em 2017, um cabo submarino com taxas de até 30 terabytes por segundo partirá de Fortaleza, no Ceará, indo até portugal." O cabo submarino nos dará maior segurança e mais agilidade nas comunicações com a Europa", disse Bittar.

O cabo de fibra óptica terá quase 6 mil km de extensão e vai se chamar EulaLink. O projeto custará US$ 185 milhões e será financiado pela União Europeia.

Via Reuters / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Óculos de realidade virtual da Sony agora se chamam PlayStation VR


Os óculos de realidade virtual anunciados pela Sony no começo de 2014 não têm mais o nome de Morpheus. O dispositivo agora se chama PlayStation VR.
A mudança foi informada nesta terça-feira, 15, durante uma conferência da companhia no Japão. Mas foi a única novidade concreta sobre o dispositivo.

A Sony comentou que continua trabalhando no desenvolvimento dos óculos e lidando com parceiros para a criação de conteúdo compatível com a plataforma.
Espera-se que o agora PlayStation VR chegue ao mercado no começo de 2016. A Sony precisa manter uma data próxima a esta se quiser competir com o Oculus Rift, do Facebook, que terá certa compatibilidade com o Xbox One.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Google pode lançar seu próprio Apple Care


O Apple Care é um programa de assistência técnica que oferece consultorias com especialistas em hardware e software para usuários de iPhone e de demais dispositivos da Apple. Desde seu lançamento, o programa angariou excelentes níveis de satisfação entre seus usuários, tanto que o Google agora dá indícios de que lançará um programa parecido, com o nome de Nexus Protect. 

Apesar de não existir ainda nenhum dado oficial sobre o suposto programa de assistência técnica do Google para seus celulares, o site Android Police releva que o nome apareceu no Google Store um plano de proteção, ao estilo do Apple Care, exatamente com o nome de Nexus Project. 

Vale lembrar que a gigante da internet pretende lançar novas versões do seu aparelho, o Nexus, ainda em 2015. Apesar de não confirmados, rumores indicam que os novos Nexus chegam até o dia 29 desse mês nos Estados Unidos e na Europa.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Cientistas criam prótese de mão que restaura sensação de toque


Um dos grandes obstáculos no desenvolvimento de próteses capazes de substituir por completo um membro perdido pode ter sido finalmente superado. Cientistas da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos Estados Unidos (DARPA) anunciaram na última sexta-feira, 11, a criação de uma mão robótica que devolve o sentido de tato ao usuário.
Uma rede de eletrodos foi conectada ao cérebro de um voluntário de 28 anos, cuja identidade não foi revelada. Parte dos fios foi ligada ao seu cortex sensorial, região responsável por identificar sensações, como pressão sobre a pele; e parte foi ligada ao cortex motor, que, como o nome diz, controla nossos movimentos.
Os eletrodos foram então conectados a um braço mecânico capaz de ser controlado pelo pensamento do usuário. Com seu voluntário vendado, os cientistas tocaram delicadamente na ponta de cada um dos dedos da prótese, pedindo ao paciente que identificasse qual dedo estava sendo tocado. Ele conseguiu identificar corretamente o toque em quase 100% dos testes.
Em certo momento, os pesquisadores resolveram "brincar" com seu voluntário e apertaram dois dedos ao mesmo tempo. Mesmo assim, o paciente foi capaz de sentir os dois dedos sendo tocados. "Foi assim que percebemos que as sensações que ele tinha através da mão robótica eram próximas do natural", explicou Justin Sanchez, responsável pelo estudo.
Apesar do sucesso, ainda há muito trabalho a ser feito. O sistema só consegue transmitir ao usuário a sensação de toque nos dedos, sem fazer o mesmo com a palma da mão ou o braço. Além disso, o paciente não consegue indentificar outras informações, como textura e temperatura do objeto ou superfície que está tocando.
Ainda assim, segundo os cientistas, a descoberta foi um importante passo na busca por próteses quase naturais. "Esse trabalho mostra o potencial de restaurações biotecnológicas de funções motoras. Investimentos do Darpa em neurotecnologia podem ajudar a nos levar a mundos totalmente novos em termos de função e experiência para indivíduos vivendo com paralisia, com o potencial de beneficiar pessoas com danos cerebrais ou doenças semelhantes", explicam os pesquisadores.
Via Darpa

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Venda de PCs no Brasil despenca quase 40% entre abril e junho


O mercado brasileiro de PCs continua encolhendo a passos largos. De acordo com a consultoria IDC, entre abril e junho de 2015 houve uma queda de 38% nas vendas de computadores no país. Do 1,6 milhão de dispositivos vendidos, 600 mil eram desktops (41% a menos do que o registrado entre os mesmos meses em 2014) e 1 milhão de notebooks (redução de 37% em relação ao ano anterior). 
“Os números estão abaixo de nossa projeção e as vendas estão bastante estagnadas em ambos os mercados. A cotação da moeda americana impacta todo o elo de produção de um computador. Com o mercado estagnado como está, muitos fabricantes estão investindo em outras categorias de produtos”, explica Pedro Hagge, analista de pesquisas da IDC Brasil.

Para ele, a diminuição é reflexo da desaceleração da economia brasileira, do desemprego em alta e dos recentes casos de corrupção envolvendo grandes empresas do país. O cenário faz com que as pessoas não queiram contrair dívidas, não só de PCs, mas de bens duráveis.
Esperança
Hagge acredita que o 3º trimestre, puxado pelas promoções da Black Friday, pode ajudar a aquecer o mercado. “Em anos anteriores, no Brasil, linhas recém-lançadas eram vendidas por preços muito atrativos, algo que não deverá ocorrer em 2015". A previsão da IDC é de que até o final do ano sejam vendidos 7, 4 milhões de PCs, uma queda de quase 30% em relação a 2014.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Saiba como desabilitar as pesadas atualizações do Windows 10


Após a polêmica envolvendo usuários do Windows 10 e Microsoft na semana passada, em que a empresa era acusada de forçar o download e instalação de um arquivo de até 6GB - o Olhar Digital preparou uma saída para você que não quer ter dor de cabeça com as atualizações obrigatórias do novo sistema operacional.

Embora seja pouco conhecida, já que a própria Microsoft não indica a possiblidade de desativar as atualizações, existe uma ferramenta (em inglês) que pode ser baixada direto do site da Microsoft e que, além de permitir que o usuário gerencie por contra própria quais atualizações deseja efetuar na máquina, ainda elimina os insistentes avisos de updates. Clique aqui para baixar e instalar a ferramenta oficial da Microsoft. 

Após instalar o recurso KB3073930, uma janela inicial aparece para o usuário com a opção de mostrar ou esconder os updates ("Show or hide updates") que porventura estejam em espera para serem efetuados, ou os que estão agendados para serem efetuados automaticamente na máquina. 
Reprodução
Ao clicar no recurso, uma varredura será feita pelo aplicativo na máquina para estipular com exatidão os updates que estão prestes a serem baixados pelo sistema. Essa operação pode demorar mais de meia hora, pois é bastante abrangente – e também inclui programas fora da grade do Windows com a mesma autonomia para downloads automáticos. 
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Após terminada a análise do sistema, a opção de esconder as atualizações estará disponível. Basta clicar em "Ocultar atualizações" (Hide updates). A segunda opção, que é "Mostrar Atualizações Ocultas" (Show hidden updates), só estará disponível após a primeira utilização da ferramenta - obviamente.
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Ao clicar em "Hide Updates", o usuário pode visualizar as atualizações pendentes e assim administrar por conta própria se deseja efetuá-las ou não, tendo o controle definitivo sobre o que é baixado na máquina. Para desabilitar as atualizações preteridas, basta selecioná-las e clicar em "Next". 
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Pronto! Sua máquina com Windows 10 estará livre dos downloads automáticos da Microsoft e outros.

Revertendo o processo

Para reverter o processo, o usuário precisa acessar a segunda opção na página principal da ferramenta: "Mostrar Atualizações Ocultas" (Show hidden updates). 
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Na sequência, é preciso selecionar as atualizações que usuário deseja habilitar e clicar novamente em "Next". É importante lembrar que após esse processo, as atualizações dos programas selecionados serão efetuadas automaticamente, conforme a configuração original do sistema operacional. 
Reprodução
É importante lembrar que, embora desabilitar atualizações seja uma mão na roda para usuários do novo Windows, alguns updates - principalmente os oficiais - podem ser essenciais para segurança e privacidade do usuário. E essa dica vale para qualquer sistema operacional.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Volta do Google à China não será tranquila, dizem especialistas

O Google anunciou recentemente que tem planos de voltar ao mercado de aplicativos chinês, depois de 5 anos sem operar no país. Mas, ao que tudo indica, o retorno não será tão simples: o longo tempo sem atuar na China fez com que a gigante de tecnologia perdesse grande parte do território nos principais serviços que oferece. "A questão é que é tarde para o Google voltar à China. Talvez quase tarde demais", afirma Shiv Putcha, da consultoria IDC.
No período, o mercado local de apps sofreu grandes transformações. Em vez de um espaço para reunir uma série de títulos diferentes, agora empresas como Alibaba, Baidu e Tencent possuem, além de suas próprias versões para os serviços oferecidos pelo Google, outros aplicativos. O WeChat, por exemplo, oferece aos 600 milhões de usuários opções de jogos, táxis, livros e pagamentos, entre outras opções.

Mas por que voltar com uma loja de aplicativos, mesmo com esse cenário? De acordo com um trabalho de pesquisa sobre o caso realizado na Universidade Ryerson, do Canadá, os reguladores chineses podem acreditar que apps para Android são menos ameaçadores do que serviços de busca e de e-mail. "É altamente improvável que o governo chinês se questione: 'Será que alguém baixa Tetris. Se o Google não tiver qualquer informação altamente confidencial, não pode ser obrigado a divulgar esses dados", afirma o estudo.

Pesquisadores defendem ainda que a existência de uma loja de apps controlada pelo Google na China pode ser uma chance de pequenos desenvolvedores entrarem no mercado.

Via Business Insider / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Samsung registra patente de smartphone dobrável


Em julho, a Samsung registrou a patente de uma tecnologia que permite flexionar telas OLED e LCD de tablets. Agora, uma nova ideia da empresa surgiu na web, propondo o desenvolvimento de um smartphone dobrável. E não se trata do aparelho com flip revelado este mês.
A nova patente mostra como a tela OLED flexionável registrada em julho poderia sem usada em um smartphone munido de um simples par de dobradiças, uma em cada lateral do aparelho.
Embora o registro de uma patente não confirme, de fato, a produção do dispositivo, as duas ideias indicam que esse é um caminho que a Samsung pode seguir nos próximos anos. Contudo, não espere por um smartphone dobrável chegando ao mercado ainda este ano.
Via Patently Mobile / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Saiba o que esperar dos novos iPhones


Um ano depois do anúncio do iPhone 6 e iPhone 6 Plus, a Apple realiza, nesta quarta-feira, 9, uma nova conferência nos Estados Unidos. As apostas, claro, são de que o evento traga ao mundo novos modelos do smartphone, colocando um ponto final nas longas rodadas de boatos que consumiram os fãs da marca pelos últimos meses.
Mas o que esperar desse evento? Não adianta perguntar para a Siri, já que a Apple sequer confirma que se trata, de fato, do anúncio de um novo iPhone. Mas dada a tradição da empresa, é pouco provável que o assunto principal da conferência não seja esse, ainda que outras novidades também tenham seu espaço - como a Apple TV, o iPad Pro, o iPad mini 4 e novos modelos do Apple Watch.
O histórico da Apple mostra que, para cada mudança de numeração do iPhone, uma versão "s" é lançada no ano seguinte - foi assim com os iPhones 4 e 5. Desse modo, é provável que os novos smartphones sejam chamados iPhone 6s e iPhone 6s Plus. Não espere um iPhone 7 para este ano, a menos que a empresa decida pegar os fãs de supresa.
E o que acontece com a edição "c"? Segundo rumores recentes, a Apple não vai dar continuidade à linha de iPhones menores e mais baratos que estreou com o iPhone 5c, de 2013. Contudo, Evan Blass, famoso no Twitter por vazar diversas imagens e informações de gadgets ainda em produção, decretou em agosto que um iPhone 6c também será anunciado.

E o que acontece com a edição "c"? Segundo rumores recentes, a Apple não vai dar continuidade à linha de iPhones menores e mais baratos que estreou com o iPhone 5c, de 2013. Contudo, Evan Blass, famoso no Twitter por vazar diversas imagens e informações de gadgets ainda em produção, decretou em agosto que um iPhone 6c também será anunciado.



Design
Se você tem um iPhone 6 e pretende fazer o upgrade para o novo modelo, não espere notar alguma grande diferença estética. Se a Apple seguir a mesma linha dos modelos “s” anteriores, seu novo smartphone deve trazer o mesmo visual do antecessor, com apenas algumas pequenas, quase imperceptíveis, mudanças.
A menos que você seja um usuário extremamente atento aos detalhes, claro. Boatos recentes sugerem que o iPhone 6s pode ganhar 0.2 milímetros de espessura em relação ao antecessor. A mudança teria como objetivo corrigir falhas que aterrorizaram o passado recente da empresa, como a "tela dobrável" do iPhone 6.
A grande diferença ficará por conta do provável modelo "rosa dourado", que, recentes vazamentos indicam, será uma edição especial do iPhone com as mesmas cores do Apple Watch mais caro do mercado. No caso do celular, porém, será alumínio tingido, e não ouro de verdade.
Hardware
Os iPhones 6s e 6s Plus devem marcar a estreia da nova geração de processadores da Apple, o A9. De acordo com alguns boatos, o chipset foi fabricado pela Samsung e chega a ser 35% mais eficiente em gerenciamento de bateria e 20% mais rápido do que o A8X, que dá "vida" às versões mais recentes do iPad.
Junto ao novo processador, a Apple deve finalmente dar um passo a frente em capacidade de memória, trazendo 2GB de RAM para os novos smartphones. Além disso, as dimensões de tela devem manter a tradição - 4.7 polegadas no 6s e 5.5 no 6s Plus -, enquanto as câmeras devem ganhar um salto de performance - 12MP capazes de gravar em 4K na traseira e 5MP com flash na frontal. De armazenamento, a nova linha de celulares deve partir com os genéricos 16GB no modelo mais básico.
Software
Outra novidade do iPhone 6s é o recurso Force Touch, que permitirá ao display touchscreen reconhecer a força que o usuário aplica sobre a tela para transformá-la em comandos diferentes, dependendo da intensidade do toque. A novidade poderá ser explorada por desenvolvedores e apps de diversas maneiras, como visto no Apple Watch e nos novos MacBooks.
Já o sistema operacional que fará essa "mágica" acontecer é o bem conhecido iOS 9, apresentado em junho deste ano durante a conferência WWDC. Mais rápido, leve e intuitivo, a promessa da Apple é de que o sistema trará funcionalidades tão práticas quanto as do Google Now, no Android, e dará ainda mais destaque à assistente pessoal Siri.
Preço e lançamento
Rumores indicam que o iPhone 6s, assim como a versão Plus, já está em produção nas fábricas da Apple, com pré-venda marcada para começar em 11 de setembro. O smartphone deve chegar às lojas americanas em 16 de setembro, com um provável preço sugerido de US$ 650.
No ano passado, o iPhone 6 chegou ao Brasil mais de um mês depois, em novembro, custando R$ 3.200. Pensando nisso, não espere uma queda relevante nessa faixa de preço. Em vez disso, o lançamento do iPhone 6s pode ser o momento ideal para você comprar um modelo mais antigo, que pode, sim, ficar mais barato.
Fique ligado no Olhar Digital para conferir todas as novidades do evento da Apple, que começa a ser transmitido ao vivo para usuários de iOS e Windows 10 a partir das 14h (horário de Brasília).

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Fundador da McAfee pretende concorrer à Presidência dos EUA


Poucos dias após declarar que o antivírus está morto, o polêmico John McAfee mostrou que pretende concorrer à Presidência dos Estados Unidos nas eleições do próximo ano.
A intenção foi oficializada em um documento entregue à Comissão Federal de Eleição do país. No texto, McAfee informa: “Estou fundando um novo partido ainda a ser anunciado.”

We will have our official announcement at 6pm Eastern tomorrow

O VentureBeat conversou com um porta-voz do ex-executivo e confirmou a história, que está sendo tocada pelo comitê McAfee for President. O próprio McAfee publicou em suas redes sociais que fará um pronunciamento oficial na tarde desta quarta-feira,9, para explicar o que pretende.
Se a intenção se confirmar, o processo eleitoral americano de 2016 contará com três nomes envolvidos no mercado de tecnologia, uma vez que o cofundador do Creative Commons Lawrence Lessing e a ex-presidente-executiva da HP Carly Fiorina também estarão no páreo.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque



Homem acampa em frente à Apple para ser o 1º a comprar o próximo iPhone



Embora a Apple tenha seguido um roteiro previsível nos últimos anos, só haverá certeza de que ela anunciará novos iPhones nesta quarta-feira, 9, depois que a empresa efetivamente fizer isso. Mas a possibilidade de que as coisas saiam do roteiro parecem não assustar o australiano Lindsay Handmer, que desde ontem está acampado em frente a uma Apple Store em Sydney.

Oh my. Peak Apple. Someone is queuing in Sydney before THEY HAVE EVEN ANNOUNCED ANYTHING!!!



Handmer foi visto pelo repórter da CNET Seamus Byrne que, no Twitter, chamou a atenção para o fato de que a Apple sequer anunciou alguma coisa. O pessoal do Mashable foi lá conversar com Handmer e descobriu que ele possui dois objetivos com o que está fazendo.
Um deles é ajudar a instituição Mission Australia, um serviço que ajuda pessoas em situação de rua. Se ele conseguir comprar o primeiro iPhone da nova linha, ele colocará o aparelho num leilão para arrecadar fundos. A segunda motivação do homem é divulgar sua plataforma de vendas mysparetech.com, que ele inaugurou na última terça-feira, 8.
A Austrália geralmente é o primeiro país a vender iPhones recém-lançados porque está na frente do resto do mundo em termos de horário. Handmer espera que neste ano as coisas não sejam diferentes - se tudo correr como se espera, ele pode botar as mãos no aparelho na próxima semana.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque