sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Volta do Google à China não será tranquila, dizem especialistas

O Google anunciou recentemente que tem planos de voltar ao mercado de aplicativos chinês, depois de 5 anos sem operar no país. Mas, ao que tudo indica, o retorno não será tão simples: o longo tempo sem atuar na China fez com que a gigante de tecnologia perdesse grande parte do território nos principais serviços que oferece. "A questão é que é tarde para o Google voltar à China. Talvez quase tarde demais", afirma Shiv Putcha, da consultoria IDC.
No período, o mercado local de apps sofreu grandes transformações. Em vez de um espaço para reunir uma série de títulos diferentes, agora empresas como Alibaba, Baidu e Tencent possuem, além de suas próprias versões para os serviços oferecidos pelo Google, outros aplicativos. O WeChat, por exemplo, oferece aos 600 milhões de usuários opções de jogos, táxis, livros e pagamentos, entre outras opções.

Mas por que voltar com uma loja de aplicativos, mesmo com esse cenário? De acordo com um trabalho de pesquisa sobre o caso realizado na Universidade Ryerson, do Canadá, os reguladores chineses podem acreditar que apps para Android são menos ameaçadores do que serviços de busca e de e-mail. "É altamente improvável que o governo chinês se questione: 'Será que alguém baixa Tetris. Se o Google não tiver qualquer informação altamente confidencial, não pode ser obrigado a divulgar esses dados", afirma o estudo.

Pesquisadores defendem ainda que a existência de uma loja de apps controlada pelo Google na China pode ser uma chance de pequenos desenvolvedores entrarem no mercado.

Via Business Insider / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Samsung registra patente de smartphone dobrável


Em julho, a Samsung registrou a patente de uma tecnologia que permite flexionar telas OLED e LCD de tablets. Agora, uma nova ideia da empresa surgiu na web, propondo o desenvolvimento de um smartphone dobrável. E não se trata do aparelho com flip revelado este mês.
A nova patente mostra como a tela OLED flexionável registrada em julho poderia sem usada em um smartphone munido de um simples par de dobradiças, uma em cada lateral do aparelho.
Embora o registro de uma patente não confirme, de fato, a produção do dispositivo, as duas ideias indicam que esse é um caminho que a Samsung pode seguir nos próximos anos. Contudo, não espere por um smartphone dobrável chegando ao mercado ainda este ano.
Via Patently Mobile / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Saiba o que esperar dos novos iPhones


Um ano depois do anúncio do iPhone 6 e iPhone 6 Plus, a Apple realiza, nesta quarta-feira, 9, uma nova conferência nos Estados Unidos. As apostas, claro, são de que o evento traga ao mundo novos modelos do smartphone, colocando um ponto final nas longas rodadas de boatos que consumiram os fãs da marca pelos últimos meses.
Mas o que esperar desse evento? Não adianta perguntar para a Siri, já que a Apple sequer confirma que se trata, de fato, do anúncio de um novo iPhone. Mas dada a tradição da empresa, é pouco provável que o assunto principal da conferência não seja esse, ainda que outras novidades também tenham seu espaço - como a Apple TV, o iPad Pro, o iPad mini 4 e novos modelos do Apple Watch.
O histórico da Apple mostra que, para cada mudança de numeração do iPhone, uma versão "s" é lançada no ano seguinte - foi assim com os iPhones 4 e 5. Desse modo, é provável que os novos smartphones sejam chamados iPhone 6s e iPhone 6s Plus. Não espere um iPhone 7 para este ano, a menos que a empresa decida pegar os fãs de supresa.
E o que acontece com a edição "c"? Segundo rumores recentes, a Apple não vai dar continuidade à linha de iPhones menores e mais baratos que estreou com o iPhone 5c, de 2013. Contudo, Evan Blass, famoso no Twitter por vazar diversas imagens e informações de gadgets ainda em produção, decretou em agosto que um iPhone 6c também será anunciado.

E o que acontece com a edição "c"? Segundo rumores recentes, a Apple não vai dar continuidade à linha de iPhones menores e mais baratos que estreou com o iPhone 5c, de 2013. Contudo, Evan Blass, famoso no Twitter por vazar diversas imagens e informações de gadgets ainda em produção, decretou em agosto que um iPhone 6c também será anunciado.



Design
Se você tem um iPhone 6 e pretende fazer o upgrade para o novo modelo, não espere notar alguma grande diferença estética. Se a Apple seguir a mesma linha dos modelos “s” anteriores, seu novo smartphone deve trazer o mesmo visual do antecessor, com apenas algumas pequenas, quase imperceptíveis, mudanças.
A menos que você seja um usuário extremamente atento aos detalhes, claro. Boatos recentes sugerem que o iPhone 6s pode ganhar 0.2 milímetros de espessura em relação ao antecessor. A mudança teria como objetivo corrigir falhas que aterrorizaram o passado recente da empresa, como a "tela dobrável" do iPhone 6.
A grande diferença ficará por conta do provável modelo "rosa dourado", que, recentes vazamentos indicam, será uma edição especial do iPhone com as mesmas cores do Apple Watch mais caro do mercado. No caso do celular, porém, será alumínio tingido, e não ouro de verdade.
Hardware
Os iPhones 6s e 6s Plus devem marcar a estreia da nova geração de processadores da Apple, o A9. De acordo com alguns boatos, o chipset foi fabricado pela Samsung e chega a ser 35% mais eficiente em gerenciamento de bateria e 20% mais rápido do que o A8X, que dá "vida" às versões mais recentes do iPad.
Junto ao novo processador, a Apple deve finalmente dar um passo a frente em capacidade de memória, trazendo 2GB de RAM para os novos smartphones. Além disso, as dimensões de tela devem manter a tradição - 4.7 polegadas no 6s e 5.5 no 6s Plus -, enquanto as câmeras devem ganhar um salto de performance - 12MP capazes de gravar em 4K na traseira e 5MP com flash na frontal. De armazenamento, a nova linha de celulares deve partir com os genéricos 16GB no modelo mais básico.
Software
Outra novidade do iPhone 6s é o recurso Force Touch, que permitirá ao display touchscreen reconhecer a força que o usuário aplica sobre a tela para transformá-la em comandos diferentes, dependendo da intensidade do toque. A novidade poderá ser explorada por desenvolvedores e apps de diversas maneiras, como visto no Apple Watch e nos novos MacBooks.
Já o sistema operacional que fará essa "mágica" acontecer é o bem conhecido iOS 9, apresentado em junho deste ano durante a conferência WWDC. Mais rápido, leve e intuitivo, a promessa da Apple é de que o sistema trará funcionalidades tão práticas quanto as do Google Now, no Android, e dará ainda mais destaque à assistente pessoal Siri.
Preço e lançamento
Rumores indicam que o iPhone 6s, assim como a versão Plus, já está em produção nas fábricas da Apple, com pré-venda marcada para começar em 11 de setembro. O smartphone deve chegar às lojas americanas em 16 de setembro, com um provável preço sugerido de US$ 650.
No ano passado, o iPhone 6 chegou ao Brasil mais de um mês depois, em novembro, custando R$ 3.200. Pensando nisso, não espere uma queda relevante nessa faixa de preço. Em vez disso, o lançamento do iPhone 6s pode ser o momento ideal para você comprar um modelo mais antigo, que pode, sim, ficar mais barato.
Fique ligado no Olhar Digital para conferir todas as novidades do evento da Apple, que começa a ser transmitido ao vivo para usuários de iOS e Windows 10 a partir das 14h (horário de Brasília).

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Fundador da McAfee pretende concorrer à Presidência dos EUA


Poucos dias após declarar que o antivírus está morto, o polêmico John McAfee mostrou que pretende concorrer à Presidência dos Estados Unidos nas eleições do próximo ano.
A intenção foi oficializada em um documento entregue à Comissão Federal de Eleição do país. No texto, McAfee informa: “Estou fundando um novo partido ainda a ser anunciado.”

We will have our official announcement at 6pm Eastern tomorrow

O VentureBeat conversou com um porta-voz do ex-executivo e confirmou a história, que está sendo tocada pelo comitê McAfee for President. O próprio McAfee publicou em suas redes sociais que fará um pronunciamento oficial na tarde desta quarta-feira,9, para explicar o que pretende.
Se a intenção se confirmar, o processo eleitoral americano de 2016 contará com três nomes envolvidos no mercado de tecnologia, uma vez que o cofundador do Creative Commons Lawrence Lessing e a ex-presidente-executiva da HP Carly Fiorina também estarão no páreo.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque



Homem acampa em frente à Apple para ser o 1º a comprar o próximo iPhone



Embora a Apple tenha seguido um roteiro previsível nos últimos anos, só haverá certeza de que ela anunciará novos iPhones nesta quarta-feira, 9, depois que a empresa efetivamente fizer isso. Mas a possibilidade de que as coisas saiam do roteiro parecem não assustar o australiano Lindsay Handmer, que desde ontem está acampado em frente a uma Apple Store em Sydney.

Oh my. Peak Apple. Someone is queuing in Sydney before THEY HAVE EVEN ANNOUNCED ANYTHING!!!



Handmer foi visto pelo repórter da CNET Seamus Byrne que, no Twitter, chamou a atenção para o fato de que a Apple sequer anunciou alguma coisa. O pessoal do Mashable foi lá conversar com Handmer e descobriu que ele possui dois objetivos com o que está fazendo.
Um deles é ajudar a instituição Mission Australia, um serviço que ajuda pessoas em situação de rua. Se ele conseguir comprar o primeiro iPhone da nova linha, ele colocará o aparelho num leilão para arrecadar fundos. A segunda motivação do homem é divulgar sua plataforma de vendas mysparetech.com, que ele inaugurou na última terça-feira, 8.
A Austrália geralmente é o primeiro país a vender iPhones recém-lançados porque está na frente do resto do mundo em termos de horário. Handmer espera que neste ano as coisas não sejam diferentes - se tudo correr como se espera, ele pode botar as mãos no aparelho na próxima semana.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Cientista consegue hackear sensor de carro autônomo usando lasers


Carros autônomos tem potencial para mudar a sociedade, mas a segurança que envolve esta tecnologia precisa de atenção. É o que aponta um pesquisador de segurança, que afirma que é possível hackear um destes veículos que dirigem sozinho usando um laser que fazem os sensores enxergarem objetos que não existem no mundo real, o que poderia até mesmo causar acidentes.
O cientista Jonathan Petit apresentará um estudo detalhando como enganar os sensores Lidar utilizados nestes carros durante a Black Hat Europe, conferência de segurança que acontece em novembro.
Este tipo de sensor usa pulsos de laser para criar uma imagem 3D do mundo, funcionando basicamente como um radar. Eles funcionam como os olhos do carro autônomo, permitindo que eles se orientem corretamente pelas ruas.
Só que Petit percebeu que poderia gravar alguns destes pulsos laser de um modelo comum de Lidar, um Ibeo Lux, e reproduzi-los por meio de um gerador de pulsos. Assim, o aparelho começou a enxergar objetos que não estavam, de fato, em seu caminho. O ataque pode ser realizado a um raio de 100 metros de distância do sensor.
Os relatórios dos testes com o veículo autônomo do Google são promissores em relação à segurança, tanto que o carro até hoje nunca foi culpado de um acidente, mesmo já tendo participado de 16. No entanto, um golpe como esse pode ameaçar a segurança dos ocupantes dos veículos e também das pessoas em volta. O automóvel poderia reduzir sua velocidade repentinamente, cometer erros de direção e até mesmo travar completamente, como um ataque DDoS.
No entanto, o ataque funciona apenas com um modelo de Lidar, o Ibeo Lux usado nos testes. O seu objetivo, no entanto, não era provar que o aparelho é ruim, mas provar que as fabricantes ainda não estão considerando este tipo de ataque.
Segundo o cientista, o ataque foi conduzido com um laser e um gerador de pulsos, mas isso poderia ser substituído facilmente com uma placa Arduino ou um Raspberry Pi.

Via Mashable e IEEE Spectrum  / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Câmera de realidade virtual da GoPro chega em novembro por US$ 15 mil


A GoPro anunciou nesta terça-feira, 8, que sua plataforma de criação de conteúdo de realidade virtual, desenvolvida em parceria com o Google e anunciada em maio, deve chegar ao mercado em novembro deste ano.

O dispositivo, que se chama Odyssey, reúne 16 câmeras Hero 4 pretas que carregam um firmware personalizado, cabos de sincronização, 16 cartões microSD, uma maleta e baterias extra e custará US$ 15 mil.


Reprodução
Por enquanto, apenas profissionais da área poderão encomendar o suporte, o primeiro a usar a plataforma Jump, do Google, que facilita a geometria das câmeras, tem um algoritmo para unir as imagens e pode até economizar bateria. Quem quiser adquirir uma Odyssey deverá se inscrever no site da GoPro.

De acordo com as empresas, os vídeos produzidos pelas câmeras serão dipsonibilizados no YouTube, que oferece suporte a vídeos em 360 graus desde março.


Via GoPro / Ollhar Digital

Tiago Albuquerque