quarta-feira, 29 de abril de 2015

Samsung volta a dominar o mercado global de smartphones



Durante o primeiro trimestre fiscal de 2015, a Samsung retomou sua posição como a empresa que mais enviou unidades de seus aparelhos ao mercado. Ao todo, a companhia sul-coreana disponibilizou 83,2 milhões de aparelhos durante o período, o que garantiu a ela uma fatia de 24% do segmento.
Embora a participação da empresa ainda seja inferior ao que foi registrado no mesmo período do ano anterior (31%), ela se mostrou à frente da Apple, que detém 18% do mercado. Segundo o Diretor Executivo da Strategy Analytics, Neil Mawston, a fabricante apresentou em desempenho estável, o que permitiu a ela reestabelecer sua posição de dominância.
“A Samsung continua a enfrentar desafios na Ásia e em outros lugares, mas sua performance global estabilizou o suficiente neste trimestre para ultrapassar a Apple e recapturar sua primeira posição como a primeira fabricante do mundo em volume de vendas”, afirmou Mawston em uma entrevista concedida à Reuters.
Entre os produtos que ajudaram a Samsung a obter o bom resultado estão o Galaxy S6 e o Galaxy S6 Edge — que, segundo expectativas, devem vender um total de 70 milhões de unidades somados. O modelo Edge se mostrou especialmente atrativo aos consumidores, forçando a companhia a triplicar sua capacidade de produção para conseguir suprir a demanda.
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terça-feira, 28 de abril de 2015

'Messenger', app do Facebook, passa a fazer chamadas de vídeos

Novidade chega a 18 países, mas Brasil só a receberá nos próximos meses.
Até agora, aplicativo de bate-papo da rede social fazia apenas ligações.


Do G1, em São Paulo

O Facebook ampliou as possibilidades de os usuários conversarem pelo seu app de chat “Messenger”. A rede social anunciou nesta segunda-feira (27) que o serviço de comunicação passará a fazer videoconferências pela internet, mas a novidade funciona apenas em dispositivos móveis.
Até agora, era possível apenas realizar ligações telefônicas pela internet (VoIP) -- ou seja, os créditos não são debitados, mas há consumo do pacote de dados. “Agora você pode ter conversas cara a cara com seus amigos e pessoas com quem se importa, via Messenger”, afirmaram, em comunicado conjunto, Stan Chudnovsky, diretor de produto, e Param Reddy, gerente de engenharia do Facebook.
Com isso, o Messenger passa a disputar espaço com o Skype, comunicador da Microsoft. Outro aplicativo do Facebook, o WhatsApp, passou a realizar ligações de voz recentemente.
“Se você estiver trocando mensagens com alguém e perceber que apenas palavras não são suficientes, você pode simplesmente escolher o ícone de vídeo no topo à direita da tela e começar uma ligação de vídeo diretamente de uma conversa existente”, explicam.
A novidade foi liberada tanto para as versões do aplicativo para Android e iOS de 18 países (Bélgica, Canadá, Croácia, Dinamarca, Estados Unidos, França, Grécia, Irlanda, Laos, Lituânia, México, Nigéria, Noruega, Omã, Polônia, Portugal, Reino Unido e Uruguai). O Brasil não está na lista, mas, segundo a rede social, o novo recurso chegará ao país nos próximos meses.
Na semana passada, o Brasil foi escolhido, ao lado de Nigéria e EUA, para realizar os testes de um novo aplicativo, o “Hello”. A função do serviço é ser um identificador inteligente de ligações telefônicas. Não só identifica o autor da chamada como também fornece informações sobre ele.
A adição da nova ferramenta ao Messenger faz parte da estratégia do Facebook de tornar o aplicativo cada vez uma plataforma autônoma. Nessa linha, a rede social já implantou a transferência de dinheiro a amigos e a possibilidade de enviar GIFs e animações. Está por vir ainda a introdução do serviço que transformará o aplicativo em uma espécie de serviço de atendimento ao consumidor.
Messenger, aplicativo de bate-papo do Facebook, passa a fazer chamadas de vídeo. (Foto: Divulgação/Facebook)Messenger, aplicativo de bate-papo do Facebook, passa a fazer chamadas de vídeo. (Foto: Divulgação/Facebook)

Fonte: G1 SP
Tiago Albuquerque

Apple tem US$ 194 bilhões em caixa. O que ela poderia fazer com o valor?


Por falta de um termo científico mais preciso, vamos usar uma expressão que resume a situação financeira da Apple: a empresa está sentada em uma pilha enorme de dinheiro. A companhia tem reservas de US$ 194 bilhões para investir, basicamente mais do que qualquer outra empresa no mundo, e mais que alguns governos espalhados pelo globo.
A empresa costuma operar com grandes margens de lucro, e com o sucesso do iPhone, o produto de maior popularidade da companhia nos últimos anos, esse montante foi aumentando progressivamente. A empresa também não tem feito investimentos altos o bastante para drenar esta reserva.
Curiosamente, ao mesmo tempo que a empresa tem muito dinheiro, ela também tem uma dívida bem alta: US$29 bilhões. A companhia não quita esse valor de uma vez pelo fato de que boa parte de suas reservas estão guardadas em outros países; assim, ela pode pegar emprestado dinheiro nos Estados Unidos a taxas de juros baixíssimas sem precisar resgatar o dinheiro de outros locais e sofrer uma mordida do governo americano.
Mas US$ 194 bilhões são muito dinheiro. Como uma brincadeira, resolvemos listar algumas empresas que a Apple poderia comprar se quisesse. O valor que utilizamos é o de capitalização de mercado, que é dado pela quantidade de ações que uma empresa disponibiliza na bolsa multiplicado pelo seu valor médio. O mundo real não funciona assim, no entanto, mas vamos ao que a empresa poderia fazer na teoria:
Entrar com os dois pés no mundo dos games- Sony: US$ 36,58 bilhões
- Nintendo: US$ 24,76 bilhões
A compra das duas poderia dar origem ao iPS4, novo console que rodaria Uncharted, Last of Us, Mario, Zelda, Metroid, entre outros.
Controlar a Intel- Intel: US$ 152,01 bilhões
A Intel é uma grande parceira da Apple nos Macs, mas poderia ser PARTE da Apple se a empresa chefiada por Tim Cook tivesse o interesse. A fabricante de chips poderia produzir processadores exclusivamente para os Macs ou ajudar a desenvolver os novos processadores de iPhones e iPads.
Comprar a Tesla Motors e dominar o mercado de carros elétricos- Tesla: US$ 27,6 bilhões
Especula-se que o carro elétrico e possivelmente autônomo da Apple deve se tornar realidade em um futuro não muito distante. Comprar a Tesla, maior referência em veículos elétricos, aceleraria bastante o processo, além de possivelmente melhorar a tecnologia de baterias da empresa em outros produtos.
Comprar o Twitter- Twitter: US$ 33,26 bilhões
Pode não ser a melhor ideia de negócios (não é), mas a Apple poderia tomar o controle do Twitter e aproveitar a aquisição para oferecer alguma vantagem ao seu público.
Alavancar tecnologia de câmeras em celulares- Canon: US$ 50,19 bilhões
A Canon está entre as principais empresas do mundo quando o assunto gira em torno de câmeras fotográficas. A Apple poderia adquirir a companhia para dar um impulso nas câmeras do iPhone, por exemplo.
Tirar o Flash do mapa- Adobe: US$ 38,35 bilhões
A birra de Steve Jobs com o Flash e a Adobe é histórica e simbólica. Se a Apple quisesse, poderia comprar a Adobe para eliminar o Flash do mundo de uma vez por todas e, quem sabe, impulsionar o HTML5.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Apple, Microsoft, Viber e Vodafone também se unem em auxílio ao Nepal

Além do Google e do Facebook, o terremtoro que atingiu o Nepal no último sábado mobilizou também outras empresas de tecnologia, que estão oferecendo seus recursos para ajudar nas medidas de emergência.

A Apple, por exemplo, disponibilizou um espaço dedicado a doações em sua iTunes Store americana. As doações realizadas por meio desse espaço são direcionadas à Cruz Vermelha americana, organização especializada em auxilio em situações de desastre. 

A Microsoft tornou gratuitas as ligações feitas por Skype de e para números do Nepal, tanto para telefones fixos quanto móveis. Essa oferta é parte de uma iniciativa que doará US$ 1 milhão ao país em dinheiro, tecnologia e serviços. 

Com a mesma finalidade de facilitar as comunicações entre estrangeiros afetados pelo terremoto e suas famílias, O aplicativo de telecomunicações Viber também suspendeu temporariamente as tarifas tanto de ligações realizadas para o Nepal quanto de ligações feitas do Nepal para outros países.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Apple vendeu 61 milhões de iPhones em 2015, mas iPad segue em queda


A Apple anunciou nesta segunda-feira, 27, mais um balanço trimestral com números impressionantes. É inquestionável o sucesso do iPhone 6, que gerou receita recorde no final do ano passado e repetiu o feito nos primeiros meses do ano.
No primeiro trimestre de 2015, foram vendidos 61,2 milhões de iPhones, que geraram receitas na casa dos US$ 40 bilhões. Para comparação, o primeiro trimestre de 2014, quando ainda não havia iPhone 6, viu “apenas” 43,7 milhões de smartphones vendidos pela Apple, totalizando receitas de US$ 26,1 bilhões.
Não é surpresa dizer que as boas vendas do seu celular foram o carro-chefe de mais um resultado excelente da Apple. Os três meses iniciais do ano viram receitas de US$ 58 bilhões, um salto de 27% em comparação com o mesmo período de 2014. Também foi registrado um lucro líquido de US$ 13,6 bilhões, 32% maior do que o contabilizado no trimestre inical do ano passado.
Nem tudo são flores, no entanto. O iPad segue em queda livre, com 12,6 milhões de unidades vendidas. Os números podem parecer altos, mas eram maiores no começo do ano passado, quando foram vendidos 16,3 milhões de tablets. Ou seja: queda de 23% na comparação ano-a-ano. A tendência vem se repetindo constantemente e já é uma preocupação tanto para executivos quanto para acionistas.
Entre as possíveis explicações para a queda gradual e constante no interesse pelo iPad estão a falta de incentivo para upgrade dos atuais usuários e o fato de que os iPhones maiores suprem parte da demanda por telas maiores, bem como um resfriamento do mercado de tablets como um todo.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Google e Facebook têm 38 vagas abertas no Brasil; saiba se candidatar

As gigantes de tecnologia Google e Facebook estão com quase 40 oportunidades de trabalho no Brasil. Confira abaixo quais são elas:

Google
Há 11 vagas em São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG):
  • Chefe de Comunicação
  • Chefe de Tecnologia e Anúncios
  • Gerente Financeiro na América Latina
  • Consultor de Soluções para Anúncios
  • Parceiro de Relações, Negócios e Investigação
  • Gerente de Marketing de Produto
  • Executivo de Vendas e Negócios
  • Gerente de Publicidade e Soluções de Distribuição
  • Especialista de Marca
  • Gerente de Tecnologia
  • Engenheiro de Software
Clique aqui para obter as informações sobre as oportunidades e se candidatar a elas.

Facebook

Há 29 vagas em aberto para trabalhar no escritório em São Paulo (SP), são elas:
  • Analista de Negócios.
  • Analista de Suporte de Produto.
  • Chefe de Loja Criativa.
  • Consultor de conteúdo.
  • Gerente de Comunicações
  • Parceiro de engenharia de plataforma
  • Associado de finanças.
  • Chefe da LATAM, Tributário Internacional
  • Gerente de Negócios Global.
  • Parceiro de Agência.
  • Gerente de soluções para clientes.
  • Treinamento de Vendas.
  • Chefe de Estratégia de Bens de Consumo.
  • Chefe de varejo e estratégias de e-commerce.
  • Chefe de Operações de Pessoas.
  • Gestor de Aplicação de produtos.
  • Publicidade e medição de pesquisas – Instagram.
  • Negócios de Marketing de – Instagram.
  • Diretor de Ciência de Marketing.
  • Parceiro de Medição.
  • Gerente de Políticas Latino-Americanas.
  • Gerente de Iniciativas de Crescimento Econômico.
  • Recrutador.
  • Coordenador Envolvimento de Comunidade para Pequenas e Médias Empresas.
  • Analista de Cliente para Pequenas e Médias Empresas.
  • Sócio Gerente.
  • Parceiro de engenharia e carreiras - Internet.org.
Clique aqui para obter as informações sobre as oportunidades e se candidatar a elas.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Android supera iOS em receita de vendas de aplicativos

De acordo com dados da empresa de consultoria e pesquisa de mercado Digi-Capital, o valor total de vendas de aplicativos para dispositivos Android ultrapassou, no primeiro trimestre desse ano, o de plataformas iOS. Esse resultado, segundo o Business Insider, ajuda a destacar a viabilidade financeira de se desenvolver apps para o sistema operacional do Google.

A Apple sempre conseguiu gerar mais receita em vendas de aplicativos do que o Google, apesar de vender menos dispositivos com seu sistema operacional que a rival. Em 2014, segundo o Strategy Analytics, mais de um bilhão de dispositivos Android foram vendidos, contra quase 200 milhões de aparelhos rodando iOS. 

A vitória, no entanto, não é apenas do Google. O estudo incluiu também o volume de vendas da loja chinesa de apps para Android, que não disponibiliza a suíte de aplicativos do Google (Gmail, Google Drive, etc) e não repassa à empresa nenhuma comissão. A receita total da chinesa foi pouco menor que a receita da Play Store, conforme pode ser visto no gráfico abaixo:Reprodução



A empresa de marketing de games DAU-UP mostrou também que os aplicativos para Android estão superando os desenvolvidos para iOS em rentabilidade. Embora a receita média gerada por usuário do Android ainda seja menor do que do iOS, o custo de publicidade em aplicativos Android é de 20% a 50% menor do que em iOS, o que os torna tão lucrativos quanto aplicativos para sistemas da Apple.

As informações da Digi-Capital reiteram, no entanto, que os usuários de dispositivos com sistema operacional iOS continuam, em média, mais ricos e mais dispostos em gastar dinheiro com apps e em compras dentro de aplicativos.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque