quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Apple perde apelação em processo sobre patente de recurso que desbloqueia tela


O Tribunal Federal de Apelações de Karlsruhe, na Alemanha, rejeitou na última terça-feira, 25, a apelação da Apple em um caso contra fabricantes rivais. No processo, a empresa afirma que o recurso "slide to unlock" (deslize para desbloquear) foi copiado por fabricantes concorrentes, que desenvolveram suas próprias versões. 

Em comunicado, o tribunal afirmou que a patente da Apple, obtida em território alemão, foi cancelada com base na similaridade de uma série de características técnicas com um celular lançado pela empresa sueca Neonode em 2006, o Neonode N1, um ano antes do lançamento do iPhone. 

O tribunal explicou também que a interface da Apple, por si só, não podia ser patenteada.

O processo foi aberto em Munique pela Motorola enquanto ainda era uma divisão do Google, contra a interface do utilizador da Apple. Na época, a fabricante do iPhone chegou a ganhar o caso, mas a sentença foi revista pelo Tribunal Federal de Patentes alemão.

Via VentureBeat / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Rede social promete continuar postando quando usuário morrer


Uma nova rede social promete ajudar os usuários a continuarem ativos na rede mesmo depois que eles morrerem. o Eter9 usa um sistema para analisar as postagens e aprende sobre o comportamento de cada pessoa, podendo até se passar por ela. 

A página principal da rede funciona como o feed de notícias do Facebook, selecionando o que é de interesse do usuário conforme ele a utiliza. Os robôs, chamados "Niners", são capazes de aprender temas de interesse, opiniões do usuário e até suas curtidas (que na rede são chamadas de sorrisos), podendo manter o nível de engajamento sem a necessidade de nenhuma ação humana.

A ferramenta pós-morte se chama "espelho virtual" e é possível ter uma ideia de como ela deve ficar, além de controlar o nível de atividade do robô mesmo enquanto está vivo. Assim, mesmo que a pessoa fique offline por alguns dias, seu perfil se manterá atualizado.

Reprodução

O site, desenvolvido por um português chamado Henrique Jorge, funciona em versão beta e já tem mais de 5 mil inscritos.

A imortalidade digital não é uma preocupação exclusiva de Jorge. Pesquisadores do MIT estão desenvolvendo um software que pode coletar memórias, pensamentos e histórias para criar uma espécie de livro de recordações virtual. O programa, também em fase de testes, já tem quase 30 mil inscritos.

O próprio Facebook, rede social mais popular do mundo, possui um recurso que permite indicar um tutor da conta caso o usuário venha a falecer.

Via BBC  / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Extensão para Chrome reflete a tela do Android no PC


A última versão do Android já permite que o usuário transmita a tela do smartphone para uma TV ou computador, desde que os aparelhos estejam conectados a um Chromecast. Porém, um plugin para o navegador Google Chrome lançado nesta terça-feira, 25, permite refletir o display do celular em um Mac ou Windows de forma rápida e prática, e sem precisar de dispositivos adicionais.
Tudo o que o usuário precisa fazer é baixar a extensão Vysor e ligar o smartphone ao PC por um cabo USB. Com o recurso é possível explorar os recursos do seu celular usando mouse e teclado, diretamente do navegador.

O Vysor ainda oferece a opção de compartilhar a tela com outras pessoas, desde que o plugin esteja instalado nas respectivas máquinas.
O criador da extensão, Koushik Dutta, é o mesmo por trás do aplicativo AllCast, que, de maneira um pouco diferente, também transmite a tela do Android para um PC em forma de vídeo. O Vysor foi criado pensando em desenvolvedores de apps e ainda está disponível para download em versão beta, para todos os sistemas operacionais.

Via Engadget / Olhar Digital

Tiago Albuquerque


Uber testa nova opção de caronas semelhantes a linhas de ônibus


Um novo serviço do aplicativo de caronas pagas Uber promete economizar o dinheiro do usuário em troca de uma viagem um pouco menos conveniente. Nos Estados Unidos, a empresa está testando as chamadas "Smart Routes" ("rotas inteligentes", em tradução livre), em que o passageiro pode pegar um carro que já esteja em movimento em alguma via próxima, como se fosse um ônibus.
A novidade, porém, ainda está em período de testes na cidade de São Francisco, Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos. Ao utilizar a modalidade UberPool - em que o usuário compartilha a viagem e a conta com outra pessoa -, o mapa do aplicativo mostra uma linha verde passando por algumas ruas e avenidas próximas, indicando onde um dos carros da empresa tem uma rota pré-determinada.

 Reprodução
Se tiver interesse, o usuário só precisa selecionar a opção e aguardar o carro em algum ponto do caminho. O recurso permite um disconto de, pelo menos, um dólar no valor da viagem. Para motoristas, a empresa diz que a novidade oferece economia de combustível e de tempo na estrada. Não há previsão de quando o novo modelo pode chegar a outras cidades.

Via TechCrunch / Olhar Digital

Tiago Albuquerque

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O que acontece com o seu cérebro ao receber uma notificação? Surpreenda-se


Quem vê a Daiane assim, tranquila, concentrada, soltando a voz, mal imagina o tamanho da ansiedade que existe dentro dessa menina.

Se cantando ela consegue esconder um pouco o jogo, toda essa ansiedade é escancarada quando ela recebe uma notificação no smartphone.
Agora, quantos de nós não faz exatamente a mesma coisa, hein!? Mas, o que será que acontece com o nosso cérebro quando recebemos uma notificação? Você arriscaria dizer? Por que será que a gente simplesmente não consegue ignorar aquele barulhinho e sai logo correndo para ver o que nos espera o mais rápido possível? Tem gente que acha normal; ou diz que não faz isso. Mas fique sabendo, estudos comprovaram e – acredite – a verdadeira sensação ao receber uma notificação no smartphone é de... bem-estar; prazer!
Para quem nunca ouviu falar, a dopamina é o neurotransmissor responsável pela sensação de prazer...
Em um vídeo recém-divulgado na internet, o professor David Linden, da Universidade Johns Hopkins Medicine, explica que o prazer que o cérebro humano sente ao receber uma notificação é comparável ao prazer de apostar em um jogo de roleta. Ainda que a mensagem possa trazer um conteúdo nem tão animador, a antecipação é sempre boa. A ansiedade em ler o conteúdo é o que leva dopamina ao seu cérebro e acaba causando o vício.
Essa sensação de prazer não é unânime. Claro, pode acontecer com qualquer um, mas a intensidade depende do grau em que a pessoa está ligada com a tecnologia – neste caso, principalmente o smartphone. Quanto mais grudado com o dispostivo, maior a ansiedade e consequentemente, maior o prazer.
O problema, como sempre, está no excesso. Pode fazer mal e até virar doença - vício. Receber notificações no celular o tempo todo atrapalha a concentração, o foco e até a linha de raciocínio de um indivíduo, por mais multitarefa que ele se julgue. Segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida, as notificações recebidas nos dispopsitivos móveis são capazes de desviar nossa atenção mesmo quando não as visualizamos. E essa série de distrações podem ter consequências ruins tanto na nossa vida pessoal quanto profissional.
A questão é mesmo dosar o comportamento, antes que seja tarde demais. Adote estratégias para que a avalanche de notificações não interfira nas atividades do seu dia a dia como, por exemplo, desligar celular em momentos oportunos e até limitar o número de aplicativos que enviam notificações com luz e som no seu dispositivo.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque

Apps melhoram o cotidiano das empresas; conheça algumas soluções



Esta organização sem fins lucrativos – predominantemente gerenciada por pessoas bastante novas – oferece experiências de gestão, trabalho em equipe e vivência internacional em intercâmbios para jovens universitários. Há mais de 40 anos no Brasil, são 58 escritórios espalhados pelo país. O desafio de manter uma comunicação integrada entre todos seus colaboradores era grande, mas um novo aplicativo adotado há pouco mais de dois meses parece que está mudando o panorama.
Para facilitar a comunicação da equipe, na qual várias pessoas viajam constantemente, eles passaram a usar o Slack, essa plataforma de comunicação corporativa que integra mensagens e redes sociais. Para a maioria dessa garotada, o e-mail já está ultrapassado; hoje é usado apenas para assuntos mais formais, mas nada impede que muito em breve o tradicional correio eletrônico seja totalmente eliminado por aqui…
O interessante é que a ferramenta permite integração com outras plataformas como serviços de armazenamento na nuvem, redes sociais, vídeos online, entre outros. Para facilitar a comunicação direta entre duas pessoas, basta usar tags e ir direto ao ponto. A versão móvel da plataforma ajuda a manter o fluxo da comunicação independente de onde esteja cada profissional.
Já o pessoal dessa empresa de eventos, que faz fotos e vídeos para casamentos e outras ocasiões especiais, trouxe para a rotina do trabalho uma ferramenta já bem conhecida de muitos de nós: o Whatsapp. Ainda que o aplicativo seja predominantemente usado para assuntos pessoais, aqui eles conseguiram se organizar para integrar a equipe que está constantemente na rua e dividida em diferentes escritórios.
A comunicação através do aplicativo melhorou a produtividade dos times e tornou a comunicação entre o pessoal de vendas e logística mais rápida e integrada. Até as tradicionais reuniões, que muitas empresas já fazem por videoconferência ou acha chamadas de voz, eles conseguiram substituir pelo uso do Whatsapp.
Outra ferramenta que mudou bastante o dia a dia e até nossa relação com as empresas são as redes sociais profissionais; principalmente o Linkedin. O tradicional currículo dos anos 90 – aquele em papel ou até digitado e impresso – com o crescimento da internet se tornou um arquivo digital compartilhado por e-mail e atualmente está com seus dias contados.
Além do Linkedin como rede social profissional, outra tendência que deve tomar o lugar do currículo são as plataformas de diversas empresas para que candidatos cadastrem suas informações de educação, histórico e experiência profissional… O próprio Olhar Digital tem um site de empregos no qual suas informações ficam salvas lá para se candidatar a vagas de TI e, claro, para que empresas possam avaliar seu perfil.

Fonte: Olhar Digital

Tiago Albuquerque


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Comparativo: Qual é melhor navegador para usar no Windows 10?



Por 

O Windows 10 chegou com promessas de um futuro melhor e, além das mudanças na interface e no desempenho do produto, a Microsoft caprichou no aplicativo mais usado: o navegador.
Pois é, como você já deve saber, o novo sistema deixa de lado o Internet Explorer e oferece um novo programa chamado Edge. O ícone ainda lembra o antecessor, mas a funcionalidade foi aprimorada visando conquistar o consumidor novamente.
Mas será que este é o melhor navegador para o sistema? Como de costume, nós resolvemos fazer uma série de testes para conferir na prática qual aplicativo é mais competente no dia a dia. Para esta análise, nós rodamos testes com o Google Chrome, o Microsoft Edge, o Mozilla Firefox e o Opera — que são os quatro principais softwares do gênero para o Windows.

Máquina de testes

  • Sistema: Windows 10
  • Processador: Intel Core i7-3689Y com clock de 1,5 GHz
  • Memória: 8 GB DDR3
  • Armazenamento: SSD de 240 GB
  • Resolução: 1366x768 pixels

Softwares utilizados

Execução dos testes

Para saber qual navegador oferece a melhor experiência, nós selecionamos alguns pontos a serem analisados. Entre as características verificadas, temos a inicialização, o carregamento de páginas, o consumo de memória RAM, o desempenho em games online, a performance em benchmarks e o gerenciamento de downloads.
Em outros carnavais, nós costumávamos fazer uma análise que começava pela instalação, mas resolvemos cortar essa parte neste comparativo, já que o tamanho do instalador não muda nada no dia a dia. Os instaladores trazem gerenciadores que baixam os arquivos durante a instalação — exceto o Edge, que já vem no sistema —, então não convém levar isso em conta.
Na tentativa de deixar o artigo ainda mais completo, nós acrescentamos itens que não são mensuráveis, mas que podem ser importantes quando pensamos na interação e experiência geral com os softwares. Neste comparativo, vamos falar sobre a interface (incluindo a adaptação dos programas às telas sensíveis ao toque) e segurança.

Inicialização

Nós sabemos que a inicialização do navegador depende de uma série de fatores, mas o hardware ajuda muito nesse quesito. Como nossa máquina tem uma configuração robusta, todos os navegadores apresentaram o mesmo tempo de inicialização. Não notamos atraso entre o clique e a aparição do aplicativo na tela. Em apenas um segundo já é possível navegar.
Dessa forma, exclusivamente para este teste, nós resolvemos fazer um teste com uma máquina mais simples, com processador inferior, menor quantidade de memória RAM e um disco rígido (algo mais comum em computadores modestos). A configuração utilizada foi a seguinte:
  • Sistema: Windows 10
  • Processador: Intel Core i5-4210U com clock de 1,7 GHz
  • Memória: 4 GB DDR3
  • Armazenamento: HD de 500 GB (5.400 RPM)
  • Resolução: 1366x768 pixels
Como você pode observar no gráfico acima, o navegador que abre com maior velocidade é o Microsoft Edge. A diferença é brutal se comparado aos concorrentes. Ele está pronto para uso na metade do tempo que o Opera leva para processar suas configurações iniciais.
O Mozilla Firefox não faz feio, demorando um pouco mais que o Opera para estar pronto para utilização. A surpresa é ver que o Google Chrome foi o que mais demorou, chegando a quase 9 segundos para carregar a página padrão.
Vale ressaltar que nós executamos os testes três vezes em cada navegador, obtendo tempos diferentes e fazendo uma média. Os programas foram executados de forma isolada e uma reinicialização foi efetuada antes de rodar os testes novamente.
De qualquer forma, esperar 3 segundos para usar o Edge ou 8 segundos para trabalhar com o Chrome não é algo que faça grande diferença no dia a dia. É importante comentar ainda que a segunda inicialização (após fechá-lo e abrir novamente) de cada software leva apenas 1 segundo!
Além do tempo de inicialização, nós efetuamos uma verificação para conferir a quantidade de memória RAM utilizada por cada aplicativo. Novamente, quem levou a melhor foi o Microsoft Edge, seguido pelo Opera, Chrome e Firefox.

Carregamento de páginas

Com a correria do dia a dia, ninguém quer ficar esperando muito tempo para poder navegar em seus sites favoritos. Para averiguar a capacidade dos navegadores em diferentes situações, nós testamos seis sites, na tentativa de identificar possíveis variações de velocidades entre os navegadores e evitar problemas com oscilações de rede. Os sites testados foram os seguintes:
Observação: os testes foram rodados depois que o navegador estava totalmente carregado e a finalização de cada teste se deu quando os aplicativos não apresentavam mais ícones ou status de carregamento (seja na barra de endereço, título da página, cursor do mouse ou outro elemento dos programas com tal finalidade).
Acredite se quiser, o Microsoft Edge se mostrou extremamente veloz em todos os testes, perdendo apenas no carregamento do site da USP por uma fração de segundo para o Firefox. Em muitos casos, o novo navegador do Windows alcançou resultados surpreendentes, deixando os demais comendo poeira.
O navegador da Mozilla também não fez feio, ficando na frente dos demais em quase todas as verificações. O Opera ficou com a terceira posição, marcando bons resultados em boa parte das análises. O Google Chrome foi o último colocando. Ele quase empatou com o Opera em alguns testes, mas deixou a desejar em muitas situações.

Consumo de memória RAM

Uma das coisas que mais incomodam as pessoas atualmente é o consumo excessivo de memória RAM dos navegadores. Aplicativos que outrora eram elogiados, hoje mostram sérios problemas para conter sua voracidade no consumo de recursos.
Nós rodamos dois testes para mensurar o desempenho dos navegadores. O primeiro foi para verifica o impacto na memória durante a primeira inicialização. O segundo teste foi para conferir o consumo de recursos com 10 abas abertas simultaneamente. Os valores foram obtidos no Gerenciador de Tarefas do Windows. Os sites carregados foram os seguintes:
Como você pode conferir nos gráficos acima, o navegador mais leve no primeiro boot é o Microsoft Edge. Ele é seguido de perto pelo Opera, Chrome e Firefox. A diferença entre o primeiro e o último colocado nesta verificação não é tão discrepante, então não podemos dizer que é um absurdo o consumo de memória do programa da Mozilla.
Entretanto, quando partimos para o carregamento de vários sites, o quadro quase que se inverte totalmente. O Firefox que era o último colocado consegue a primeira posição, poupando o computador e consumindo menos de 500 MB de memória RAM. O Opera fica em segundo lugar e também se destaca por ficar próximo dos 750 MB de memória.
O Firefox é ideal para computadores modestos, já que economiza memória RAM e carrega sites com rapidez
Infelizmente, o tão adorado Google Chrome é um verdadeiro problema para os computadores mais modestos, já que ele ultrapassou o consumo de 1 GB de memória RAM. E o mais impressionante é ver que o Edge não consegue se comportar quando tem muita coisa aberta, chegando a quase 1.400 MB de memória.

Desempenho gráfico

Como os navegadores estão demonstrando um passo claro em direção à tecnologia HTML5 e praticamente abandonando o flash, decidimos realizar um teste de desempenho em jogos com um benchmark capaz de testar os softwares de forma idêntica. O site utilizado foi o Peacekeeper, que foi desativado, mas ainda tem a opção para realização do teste.
De acordo com os resultados obtidos, o Opera é o melhor produto disparado para jogar games na web e trabalhar com gráficos tridimensionais, seguido pelo Edge e o Firefox. O Google Chrome foi o pior colocado nesta verificação, mas isto não significa que ele é incapaz de rodar os jogos online mais recentes.

Benchmarks

Ainda que os testes manuais sejam mais práticos e possam dar uma noção do desempenho dos navegadores no dia a dia, ferramentas de benchmarks podem analisar o desempenho dos softwares com precisão, averiguando o potencial dos browsers em atividades específicas. A lista de serviços usados foi a seguinte:
  • Dromaeo
  • JetStream
  • V8
  • Browser Mark
Observações: todos os benchmarks foram executados com as janelas maximizadas e individualmente, para que não houvesse interferência de outros aplicativos rodando simultaneamente. O Dromaeo foi executado com a opção “Run Recommended Tests”.
Nestes quatro benchmarks, o Google Chrome levou a melhor em dois testes. O Firefox fez bonito em duas ocasiões, mas nas outras ele ficou em último lugar. O Opera se mostrou um navegador equilibrado, conquistando um primeiro lugar e ficando apenas uma vez em último.
Diferente de grande parte dos testes práticos, o Microsoft Edge não conseguiu abocanhar o primeiro lugar em nenhum dos benchmarks. Entretanto, isso não quer dizer que o programa não esteja bem preparado. Muito pelo contrário, em diversas verificações ele ficou próximo dos concorrentes, o que significa que ele apresenta bom desempenho em várias situações.

Downloads

Todo mundo costuma baixar arquivos da internet. Sejam eles pequenos ou grandes, a quantidade de downloads é absurda. Para esta análise, nós optamos por um benchmark capaz de detectar ping, variações e outras informações que não seriam visualizadas através dos gerenciadores de downloads.
No gráfico acima, você pode conferir que o Google Chrome levou a melhor na hora dos downloads, mas todos os aplicativos conseguiram médias similares. O melhor software na hora dos uploads foi o Opera, enquanto que o Firefox fez muito feio neste quesito.
É importante ressaltar contudo, que, além desses valors, o benchmark indicou que o Firefox apresentou o maior ping (ou seja, ele demorou mais para se conectar ao servidor), bem como foi o programa que apresentou a maior variação na hora dos downloads, ou seja, ele nem sempre manteve as transferências próximas da média.

Segurança

Segurança é algo muito importante e os quatro softwares testados mostram capacidade para manter o usuário muito bem protegido. Todos trazem as mais recentes tecnologias compatíveis com seus respectivos motores, de modo que é muito difícil apenas listar as ferramentas e dizer se um ou outro é melhor.
Dessa forma, para garantir uma comparação justa, optamos por rodar o teste Browserscope, que realiza uma bateria de 17 testes, averiguando as reações de cada aplicativo de acordo com possíveis ações dos sites (o que inclui verificações de java, questões de política de segurança, links maliciosos, invasões de diversas formas e trabalho com cookies).
Nestes testes, o Google Chrome e o Opera empataram, falhando no mesmo item (API de páginas estáticas toHTML). O Microsoft Edge também se comportou bem, mas apresentou deficiência no mesmo teste e ainda ao trabalhar com headers de diferentes origens. O Firefox falhou nos mesmos testes e ficou em última colocação ao atuar de forma incorreta com opções de X-Content.

Interface

Uma das principais questões que levamos em consideração neste artigo foi a interface dos navegadores. Considerando a proposta do Windows 10 de se adaptar tanto aos computadores quanto aos tablets, acreditamos que tal característica tem impacto significativo no dia a dia.
A mais recente versão do Firefox vem justamente para ajustar pequenos pontos e deixar o aplicativo mais adaptado aos produtos sensíveis ao toque. O navegador responde rapidamente aos ajustes no dimensionamento da tela e se adapta perfeitamente a grandes e baixa resoluções.
O Chrome é o navegador mais compacto, o que significa que ele tem mais espaço para o conteúdo. barra de menu enxuta, poucos botões, bom aproveitamento do espaço. A Google sabe o que faz e não é por acaso que seu navegador agrada todo mundo. O único inconveniente deste software é o tamanho dos itens, que não facilita o uso em tablets.
O Edge aposta na simplicidade, mas tem visual perfeito para computadores e tablets
O Edge chegou inovando. A Microsoft caprichou no visual do aplicativo e apostou na simplicidade. Ele tem apenas o essencial na ponta dos dedos (ou do clique), mas apresenta bom tamanho dos itens, garantindo ótima experiência com aparelhos touchscreen. Navegador muito rápido para os dois tipos de interface.
O Opera também não faz feio e se mostra muito simples de usar independente do tipo de tela ou forma de execução do Windows 10. Ele tem ícones grandes, menus fáceis e uma aba inicial (a Speed Dial) que é perfeita para tablets e computadores. Certamente, uma boa opção!

Conclusão

Em questão de interface, todos os programas apresentam visuais caprichados, que agradam o consumidor e ajudam na questão da familiaridade com botões e posicionamento dos recursos. O único que sai na desvantagem nesse ponto é o Chrome, já que ele não prioriza o espaço de visualização e assim reduz muito o tamanho das barras e ícones.
Analisando aspectos como inicialização e desempenho para carregamento de páginas, o grande navegador que nos surpreendeu foi o Edge. O tempo de boot é excelente e o tempo para carregar os sites é impressionante. Nesse segundo quesito, somente o Mozilla Firefox consegue brigar com o produto da Microsoft.
Falando ainda no navegador da Raposa, podemos concluir que ele é o melhor programa em questão de gerenciamento de memória RAM. O browser consegue economizar recursos do computador, sendo perfeito para máquinas modestas. Nesse quesito, o Microsoft Edge e o Google Chrome não foram muito bem, mas não devem ser problemáticos para computadores robustos.
O Chrome é muito seguro, mas o Opera oferece segurança e ainda é bom para jogos
Quanto aos benchmarks, os testes foram bem equilibrados. Em desempenho gráfico, o Opera foi o melhor disparado, sendo o software mais recomendado para quem costuma curtir games em HTML5. Nos benchmarks gerais, o Google Chrome conseguiu o primeiro lugar duas vezes e deve apresentar boa compatibilidade com uma grande gama de sites.
Além disso, o navegador da Google foi o melhor em downloads, mas os demais produtos também ficaram muito bem colocados neste comparativo. Por fim, no quesito segurança, o Firefox foi o pior colocado, enquanto que Edge ficou em segundo lugar, sendo que Opera e Chrome empataram.
No fim das contas, todos se mostram boas opções, mas cada um tem suas vantagens em determinados aspectos. Vale você verificar qual atende melhor as suas necessidades e lhe agrada mais.
Fonte: TecMundo
Tiago Albuquerque